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Tá vendo a felicidade ali na frente? Não, você não tá vendo, porque tem uma montanha de dor na frente. Continue andando. Você vai subir, vai sentir frio lá em cima, cansaço. Vai querer desistir, mas não vai desistir, porque você é forte e porque depois do topo a montanha começa a diminuir e o unico jeito de deixá-la pra trás é continuar andando.
Nessa vida a gente aprende desde muito novo a cair e se levantar . Aprendemos também a falar , a comer , a ouvir os mais velhos e respeitar os mesmo .
Na creche aprendemos a dividir , a experimentar , a se machucar e principalmente se divertir com os colegas
Na escola aprendemos a somar , a multiplicar e subtrair . Aprendemos a conhecer o novo , descobrir o espaço e principalmente a fazer amigo
No ensino fundamental aprendemos a amar , a confiar e claro quebrar a cara , mas também aprendemos quem é de verdade e quem são os falsos
E no colegial encontramos alguns anjos caídos , sem asa , sem aurela , sem roupas brancas , mas sim em forma de amigo , em forma de irmãs ( aos ) e em forma de namorado ( a ) . Mas no meio desses anjos , existe a semente do mal , mais conhecidos como falsos , duas caras , mentirosos , invejosos e entre outros .
Vida não é fácil com esses tipos de pessoas , que precisam a mentira pra se sentir bem , ou aqueles que querem acabar com uma amizade ou ate mesmo um namoro , só pelo prazer de ver a pessoa mal …
mas segredos , viu ! Isso é só um teste , por lá na frente o que é seu de verdade esta guardado a sete chavesNão deixe essas sementes do mal lhe confundir , lembre-se elas estão ali pra lhe fazer todo mal possível
“— Cê vai ficar comigo?
— Vou.
— A noite toda?
— É. Agora dorme.
(15 min. de silêncio)
— Mor?
— Fala.
— E se a ligação cair?
— Você já vai estar dormindo.
— E se eu tiver acordada?
— Você me liga de volta. Fecha os olhinhos.
— Tá.
(10 min. depois)
— Ei, amor, está aí?
— Tô, Ju. Não vou sair daqui.
— E se o seu telefone descarregar?
— A bateria tá cheia.
— E se o meu descarregar?
— Perdeu o carregador?
— Não, mas eu tô no escuro.
— Juliana, só dorme. Tá bom? Dorme.
(Meia hora depois, a respiração dela ainda podia ser ouvida)
— Ju? Está aí?
— Tô, amor.
— Minha nossa senhora, cê não vai dormir?
— Acho que eu tô com medo…
— De ficar sozinha. Eu sei. Te conheço. Pois bem. Vou te ensinar uma coisa. Pega três travesseiros e coloca ao seu redor.
— Tá.
— Agora pega um lençol aí e os cubra. Direitinho.
— Ok, e agora?
— Agora fica deitadinha. Você tá no quadrado mágico da proteção. Fecha os olhinhos. Estou do seu lado, te abraçando, ok? Melhor agora?
— Muito melhor.
— Fico imaginando quando é que a gente vai poder dormir juntinho assim, sabe, Ju. Eu tenho esse meu jeito marrento, mandão de ser, você sabe, mas eu sou pura manteiga derretida por dentro. Não consigo dormir enquanto você não dorme, tá ligada? Parece que qualquer coisa vai te acontecer e eu não vou estar por perto pra te proteger, sabe assim? E eu não suporto a ideia de alguma coisa atingir a minha pequena. É isso que você é, tá sabendo, Ju? (silêncio) Ju?
(Ele ouvia apenas a respiração lenta, quase inaudível da garota.)
— Ih, dormiu. — desligou o telefone e continuou falando sozinho, como que pra si — Missão cumprida. A princesa está salva.”